Prá lá de lá
Rumo ao inalcansável,
Sem descanso, nem tortura.
Rumo ao incontrolávél,
Cheio de esperança e ternura!
Do vazio da cabeça espero o retorno cheio:
as lástimas deixo cá e sozinho vou pra lá de lá.
Lá que nem sei onde, nem de onde veio...
Aquilo que me move, que corre sem freio.
Sem estradas e sem destino,
Sem posses e sem amores.
Mas com a alma lavada das dores...
O coração pulsante, agora em cores!
Ao mar me largarei, e as estrelas vou contar,
Estórias virão também, muitas sobre o luar.
E mesmo só, sei que companhia terei...
Livre, no vento, na vida... sob uma só lei.
DC 7/2/7
Sem descanso, nem tortura.
Rumo ao incontrolávél,
Cheio de esperança e ternura!
Do vazio da cabeça espero o retorno cheio:
as lástimas deixo cá e sozinho vou pra lá de lá.
Lá que nem sei onde, nem de onde veio...
Aquilo que me move, que corre sem freio.
Sem estradas e sem destino,
Sem posses e sem amores.
Mas com a alma lavada das dores...
O coração pulsante, agora em cores!
Ao mar me largarei, e as estrelas vou contar,
Estórias virão também, muitas sobre o luar.
E mesmo só, sei que companhia terei...
Livre, no vento, na vida... sob uma só lei.
DC 7/2/7
