Silêncio no ar (provisório)
Hoje vivo a eterna alegria dos pequenos momentos,
lapsos de um infinito que me tocam n'alma.
Um pulo que dura toda a volta do Globo, atento...
a cada lábio que descobre a felicidade.
Despindo também a censura das frases feitas,
cheias de peso inútil, que de tão leves voam, voam...
sopradas por badaladas silenciosas que ecoam,
retumbantes no peito cheio de vento... e venta.
Vivo para olhar a ausência do que me sele os olhos.
Grito à turba exaltada, que me grita os ventos.
Brisa... que me faz sentir a energia vibrando no ar,
e nele vibra o bom som do sentir o amar.
E já nasce outro Sol, para a ainda sorridente Lua.
Penumbra os corpos jogados ao espaço, a carne nua...
E dura um tempo que não tem medida,
em que se vive o sopro de um adeus sem despedida.
DC 15/9/7
lapsos de um infinito que me tocam n'alma.
Um pulo que dura toda a volta do Globo, atento...
a cada lábio que descobre a felicidade.
Despindo também a censura das frases feitas,
cheias de peso inútil, que de tão leves voam, voam...
sopradas por badaladas silenciosas que ecoam,
retumbantes no peito cheio de vento... e venta.
Vivo para olhar a ausência do que me sele os olhos.
Grito à turba exaltada, que me grita os ventos.
Brisa... que me faz sentir a energia vibrando no ar,
e nele vibra o bom som do sentir o amar.
E já nasce outro Sol, para a ainda sorridente Lua.
Penumbra os corpos jogados ao espaço, a carne nua...
E dura um tempo que não tem medida,
em que se vive o sopro de um adeus sem despedida.
DC 15/9/7

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