Sem dizer adeus
Sempre, sempre, aqui.
Dormindo nos sonhos,
Acordado de pé, juntos...
Correndo, correndo, daqui.
Todo dia é diferente,
cada hora uma semente,
cada minuto emoção,
cada batida é então...
Um sopro de vida, na vida.
A lembrança da carne perdida,
Uma lágrima retida no rosto,
várias derramadas com gosto.
Mas é também a centelha do rir,
Todos os dentes mostrando,
a alegria de viver amando...
Aqueles do teu ir e vir.
Não quero que o tempo volte.
A dor que chegou se cura,
a que existia era dura,
e tudo mais deixo à sorte...
Teu descanso é merecido.
De tudo foi um pouco,
Pai, mãe, e até louco,
De mim foi tudo... amigo, irmão, filho e pai. Sempre meu pai, daqui ao infinito. Sempre, sempre, tudo.
DC 26/12/6
Dormindo nos sonhos,
Acordado de pé, juntos...
Correndo, correndo, daqui.
Todo dia é diferente,
cada hora uma semente,
cada minuto emoção,
cada batida é então...
Um sopro de vida, na vida.
A lembrança da carne perdida,
Uma lágrima retida no rosto,
várias derramadas com gosto.
Mas é também a centelha do rir,
Todos os dentes mostrando,
a alegria de viver amando...
Aqueles do teu ir e vir.
Não quero que o tempo volte.
A dor que chegou se cura,
a que existia era dura,
e tudo mais deixo à sorte...
Teu descanso é merecido.
De tudo foi um pouco,
Pai, mãe, e até louco,
De mim foi tudo... amigo, irmão, filho e pai. Sempre meu pai, daqui ao infinito. Sempre, sempre, tudo.
DC 26/12/6
